(Dom Glauco Soares de Lima, Bispo Emérito) 

Para experimentar a Conversão você não precisa

se tornar um Fundamentalista ou Pentecostal                                          p1000756.JPG

     Durante o Carnaval dirigi um retiro para o Clero da Diocese de Curitiba na cidade de Cascavel. Eu aproveitei para orar e meditar. O tema do Retiro foi Justiça, Compaixão e Reconciliação. A partir do que oramos  meditamos surgiu-me na cabeça essa conclusão que está expressa no título deste artigo.   Muita gente pensa que o convertido tem que ser diferente das outras pessoas e isto equivale a ser um fanático. Não é isso o que eu penso. Em primeiro lugar conversão significa transformação, ou seja, ter uma experiência marcante em sua vida que produza uma transformação interior em você. E isto implica uma nova visão do que é justiça, compaixão e reconciliação.   Quando eu falo em justiça, não quero me referir simplesmente à Lei Aurea ou seja “Faça aos outros aquilo que queres que os outros façam a ti”. Isto é bom senso mas não passa de justiça calculada, do “toma lá e da cá”. Como Jesus disse “isto é a Lei e os Profetas”. A verdadeira Justiça, ou seja, a Justiça Criativa do Novo Testamento, não é condicional, ela é baseada no Amor que é Compaixão, ou seja, a capacidade de você se colocar no lugar do outro e perceber as razões porque uma pessoa age de determinada maneira. Isto o capacitará a perdoar sem, naturalmente, impedir que a pessoa que errou deva reparar o seu erro.    Mas você não a olhará com ódio ou desprezo e orará por ela enquanto ela repara o seu erro. Ai podemos ver que a verdadeira Justiça é baseada na Compaixão, ou Amor incondicional. O que nos encaminha para a Reconciliação.   Reconciliação implica aceitar o outro como ele ou ela é.   Você pode aceitar a pessoa, não  precisando concordar com tudo o que ela pensa ou faz. É necessário que aprendamos a realmente amar mesmo que divergimos do outro, ou apesar de vermos o que nos parece defeito no outro.   Se você consegue viver a verdadeira Justiça, a verdadeira Compaixão e a verdadeira Reconciliação você é uma pessoa convertida.    Isto é possível mesmo mantendo o seu senso crítico ou o uso da Razão, o que o vai diferenciar dos Fundamentalistas. Mesmo mantendo a sua liberdade interior ou o uso da espontaneidade, o que vai o diferenciar dos fanáticos, ou pelo menos, de alguns pentecostais que querem impor suas idéias aos outros.   Justiça, Compaixão, reconciliação eis os sinais de um cristão convertido, o que vai nos ajudar a vencer a separação de nosso próximo, de nós mesmos e de Deus.                                                               



 

 Abordar a questão do dízimo é certamente um dos temas mais controvertidos para muitos, inclusive para ministros ordenados. Mesmo que a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil reconheça as Escrituras como fundamento para as suas práticas eclesiais, o tema causa divergências e constrangimentos ou mesmo atitudes que ridicularizam esta forma de relação com Deus.O dizimo é, antes de tudo, uma prática que revela ao longo do texto bíblico a relação de reconhecimento do povo de Israel diante de seu Deus. Pode ser observado na prática dos pastores representados simbolicamente por Abel (Gn 4,2). Também Caim, representante dos camponeses oferecia seu dízimo (Gn 4,3).Em Gn 8,20-22 temos uma narrativa que ilustra esta relação de reconhecimento de Noé diante de seu criador.As indicações bíblicas são inúmeras e retratam momentos muito diferentes entre si . Acontecem em lugares diferentes e são experiências vividas por pessoas diferentes; têm, no entanto, em comum a relação de reconhecimento da ação criadora de Deus.Também o Novo Testamento reconhece o dízimo como forma de relação com Deus. Jesus, ao apresentar a prática da Justiça como forma de criar condições necessárias para que o Reino de Deus aconteça, demonstrou que a partilha é o caminho que supera a exclusão. (Lc,9-17); ensinou que a oferta só atinge o coração de Deus quando praticada com amor (Lc 19,9-14). Alertou que a conversão e a prática da justiça são meios que superam a dor, especialmente dos famintos (Mt 23,23; Lc 11,42; Lc 19,1-10). As comunidades seguidoras de Jesus aprenderam desde cedo que ninguém é obrigado a fazer doação de seus bens. Mas aprenderam que não é possível trapacear na Comunidade, pois querer enganar a comunidade é pecar contra o Espírito Santo. Negar o dízimo ou oferecê-lo com segundas intenções  não enriquece ninguém (At 5,1-11). As necessidades de algumas comunidades geraram gestos de solidariedade em outras (2Cor 8,1-4), pois o dízimo, longe de ser moeda de troca para barganhar algum ganho com Deus, é resposta viva daquele que crê e adere, na comunidade, a projetos que revelam a ação solidária e fraterna das comunidades (Tg 2,14-22). Todo gesto que nega a partilha dos bens, a comunhão fraterna e a solidariedade manifesta ações contrárias aos ensinamentos da Escritura (Tg 5,1-6). Algumas medidas para tornar o dízimo um instrumento de relação de fé e confiança em Deus.1.      Formação. Cada comunidade acumula ao longo de sua caminhada experiências boas e menos boas. Entre as menos boas estão as que dão ao dízimo um formato de taxa, estabelecendo que cada participante contribua com uma quantia previamente estipulada. Este é um princípio que conduz fatalmente a relações injustas. Enquanto  a taxa pesa para uns, torna-se insignificante para outros.2.      Sentido de pertença. Na medida que o dízimo assume forma de participação nos projetos de Deus superam-se a afirmações como “vou à igreja” e alcança-se o “sou Igreja”. Supera-se também o “pago meu dízimo” para se viver  o “ofereço em minha Comunidade meu dízimo” 3.      Consciência. Dízimo não compra nada, nem paga nada. Dízimo é a forma que se tem para devolver a Deus um pouco do muito que dele se recebe: a vida, a saúde, os dons e habilidades… O dízimo não se enquadra em números. A medida do dízimo é o coração fiel a Deus. Só oferece o dízimo quem ama a Deus.4.      Celebração de ação de graças. Oferecer o dízimo é antes de tudo uma forma de agradecer. 5.      Vocação e Missão. Por meio do dízimo se dão condições a projetos de Evangelização O dízimo é a maneira mais antiga de prestar culto a Deus: os primeiros frutos da colheita e dos rebanhos; mas é também a forma ainda atualíssima de manifestar nossa ação de graças ao Deus da vida. Ser fiel ao dízimo significa ser fiel a Deus. Rev. Lauri Wollman, pároco da Cristo Rei, em Palotina 



 

1. Tempo Quaresmal - Novamente temos a oportunidade de empreendermos o “caminho da quaresma”. As quadras ou estações do Ano Cristão devem ser uma oportunidade importante, por sua mística, lecionário, ênfases e ensino, para fortalecimento da nossa vocação e reafirmação dos propósitos de seguimento a Jesus Cristo. A Quaresma, tempo de deserto, de renúncias, de vencer as tentações, que nem sempre são oriundas de motivações essencialmente más, como nos lembra o evangelho do primeiro domingo, aquele que “causa divisão” tenta Jesus utilizando versos bíblicos, deverá ser marcada pelo apelo bíblico do “verdadeiro jejum”, que pratiquemos a justiça e o direito, como “jejum que agrada verdadeiramente a Deus”. O “desafio” é de que assumamos a causa de Jesus Cristo e seu caminho, que passa pela cruz, como sinal de amor ilimitado e entrega total, chegando, com esperança e fortaleza, a experiência da ressurreição, nova vida em Cristo.Li, na última edição do Estandarte Cristão, na página 05, da UMEAB, no relato de uma reunião numa comunidade da DAB, onde nossas irmãs refletiram sobre o “tipo de pessoas que temos sido”, que às vezes somos como aqueles/as que “carregam lixo” – sempre tem uma palavra de maldade; ou como “pimenta” – sempre tem uma fofoca para contar; ou, ainda, como “cebolas”, sempre fazem os outros chorar; como “sal” -  os que tem a disposição de aumentar o sofrimento dos outros; a pessoa “bombom”, a que tem sempre coisas boas para acrescentar. Mesmo reconhecendo que os limites entre uma e outra dessas expressões muitas vezes não são muito bem definidas pois, num e noutro momento uma ou outra “se manifesta”, desejo lançar o desafio para que um dos propósitos nesta Quaresma seja que busquemos ser “pessoas bombons”. Na página 04, do mesmo Estandarte Cristão, há uma significativa história, vale a pena ler e tirar suas lições, que é a história da “ponte”. Um homem inicia solitariamente a construção de uma ponte buscando unir duas comunidades divididas por um rio. Pouco a pouco, vencendo as críticas e conclusões erradas por medo e acomodação, outros vão se somando ao empreendimento e vêm, com alegria, no final, que valeu a pena! Aqui levanto um segundo propósito para esta Quaresma que sejamos “construtores de pontes” que possibilitem nossa aproximação, um dos outros, em nossos lares, em nossas comunidades, nos locais de trabalho, certamente valerá a pena construir pontes. “Bombons” e “pontes” sejam nossas duas bandeiras nesta quaresma do Ano de Nosso Senhor de 2008. 2. Retiro do clero diocesanoConduzidos por Dom Glauco Soares de Lima, nosso Bispo Emérito, iniciamos a quadra quaresmal e o ano de 2008, com a presença da maioria dos clérigos/as da DAC, hospedados pela São Lucas, em Cascavel, realizamos nosso retiro diocesano, nos dias 2 a 4 de fevereiro. Nossas reflexões, individuais e em grupo, mediadas pelo bispo Glauco, fundamentarem-se em textos, considerações bíblicas teológicas e experiências,  alicerçados nas palavras justiça, paz, perdão e reconciliação. A luz disso, fomos animados a refletir sobre nossas próprias  situações, experiências e relações com aqueles com quem convivemos e de como, o que precisa ser melhorado, pode ser realmente melhorado a partir de atitudes e decisões que possamos tomar. Deve ser destacada a alegre hospitalidade que todos recebemos dos irmãos e irmãs da São Lucas. Que o retiro do bispo com os demais clérigos possa marcar positivamente nossa liderança pastoral e nossas relações em nossa diocese. 3. Nova Capela – No dia 10 de fevereiro, 1º Domingo da Quaresma, o Rev. Gabas, acompanhado de irmãos e irmãs da Paróquia da Ascensão, celebrou pela primeira vez na capela anglicana junto ao acampamento do MLST, Primeiros Passos, localizado entre as cidades de Cascavel e Corbélia. Ali, a igreja já vinha celebrando há um ano e, após a construção do novo templo da Ascensão, o antigo templo de madeira foi desmontado e reconstruído nesse novo local de missão, é a igreja se fazendo presente em meio aos pequeninos do Reino, sendo sinal do amor de Deus junto a esse povo peregrino. Em março próximo, em visita pastoral à Ascensão, abençoaremos e dedicaremos o novo templo. Nos alegramos e congratulamos com o pároco e comunidade da Ascensão que nos dão exemplo de compromisso com o testemunho e expansão da igreja. Evangelizar, nutrir os fiéis com os “alimentos” sacramentais, servir aos pequeninos motivados pelo amor de Deus, lutar pela transformação das estruturas injustas da sociedade e cuidar da criação de Deus, são componentes indissociáveis da compreensão anglicana de Missão, busquemos pois “trilhar” esse caminho ao liderarmos nossas comunidades, animando-as continuamente para fortalecerem e alicerçarem a visão e compreensão de missão nesses alicerces. Que Deus nos abençoe. Vosso bispo e irmão, +Naudal



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                        CELEBRAÇÃO NO TEMPLO DO ACAMPAMENTO

                                          MLST PRIMEIROS PASSOS
 
       Apesar do tempo chuvoso, com muita alegria, aconteceu no dia 20/02/2008 às 10:30h, no Acampamento do MLST PRIMEIROS PASSOS sito no Km 15 da rodovia BR 369 entre Cascavel e Corbélia a primeira Celebração no Templo do movimento. Templo esse que trata-se da antiga Paróquia da Ascensão de Cascavel/PR. Por particularidade esse Templo foi construído primeiramente no centro da cidade de Cascavel. Depois foi transferido por inteiro para o Bairro Jardim Alvorada, na rua Arnaldo Estrela, 272, em cima de um caminhão, sem a necessidade de desmanchá-lo. Agora após a construção do novo Templo em alvenaria que foi consagrado em 13/10/2007, o Templo antigo foi desmanchado e reconstruído servindo ainda como Templo para os moradores do acampamento do MLST PRIMEIROS PASSOS.

       Durante a celebração houveram dois batizados: a Karini e Ana Paula são novos membros da comunhão Anglicana. 

       Após a celebração foi organizada uma festa com um suculento churrasco, bingo e dança.

(texto e fotos de Cervantes)

 



Foi em meados de outubro de 2006, que acompanhado de nosso irmão Claudinei, realizamos as primeiras visitas no bairro Santa Terezinha, em Sarandi, visando iniciar um Ponto de Evangelização naquela cidade. Mais adiante pude contar com a colaboração da Margô, visto que meu companheiro de Missão precisou dedicar-se mais a sua empresa. Como as casas que visitávamos não conheciam ainda a nossa Igreja, deixávamos com as mesmas folhetos informando QUEM SOMOS e também o Jornal Boas Novas. Conforme nossa estratégia de Missão, já usada em outra Diocese, anotávamos como as famílias nos recebiam e para tanto, elaboramos um gráfico em que se podia ver: ótimo, bom e regular. Logo sentimos a acolhida das famílias de Dona Sandra, Dona Lucinéia e Dona Odília, que melhor nos receberam, simpatizando logo com nossa Igreja. Depois de visitarmos, algumas vezes, as referidas famílias, desafiamos Dona Sandra que permitisse realizar um culto, para que conhecessem nossa liturgia, doutrina e etc. O primeiro culto “oficial” realizou-se no dia 12 de outubro de 2006, na casa da Dona Sandra, hoje colaboradora. Fomos em caravana de Maringá: Claudinei e Celina, Rafael, Sueli, Margô e Dona Ivone, que visitava Maringá. O culto constou da oração vespertina L.O.C. , leitura de Atos 2:42-47, e os hinos 188 e 140.

Na visita Pastoral do Senhor Bispo, realizada nos dias 05 e 06 de maio de 2007, o mesmo em companhia de sua secretária e o Ministro Encarregado, visitou pela vez primeira aquela comunidade que nascia. Na ocasião, visitou várias famílias e autorizou o Reverendo a providenciar uma sala ou casa que fosse adequada para a realização dos cultos.

Com a participação dos membros da comunidade de Maringá, graças a Deus, foi possível alugar uma sala, em local próximo ao centro, a Rua: José Munhoz, bairro Castelo. Em sua segunda visita Pastoral, realizada em 11/11/2007, o Senhor Bispo celebrou pela primeira vez no referido local, deu a benção autorizando e instalando o Ponto de Evangelização com a benção, que teve como nome Capela da Cruz. Estavam presentes na Celebração 23 pessoas, sendo 13 local e 10 de Maringá. Dessa data em diante, os cultos estão sendo realizados todos os domingos. Já há uam escolinha dominical com média de 6 a 8 alunos, que estão a cargo de “professora” Margô. Também com o apoio da Diocese está sendo ministrado um curso de aprendizado de costura para um grupo de mulheres local.

 

Maringá, 10 de fevereiro de 2008

Rev. Riograndino



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Nos dias 02 a 04 de fevereiro em Cascavel aconteceu o Retiro do Clero sob assessoria de D. Glauco Soares de Lima e presidência de D. Naudal Gomes.

Inspirados pela motivação Provincial “Acolher é um Ministério” desenvolveu-se o tema “Igreja da Boas Novas e da Acolhida” tendo como subsídio parte do Livro ” do Rt Rev. Steven Charleston.

Houveram momentos de partilha, confraternização e Celebrações.

No sábado houve a participação de clérigos(as) nas Celebrações Eucarística das duas Comunidades (Ascensão e São Lucas). Foi pregador na Ascensão D. Glauco, Celebrante Revda. Magda Guedes e Oficiante Revda. Elisete. Na São Lucas o pregador foi Rev. Odilon Silva e Celebrante Revda. Carmen Etel juntamente com D. Naudal. Mesmo com um feriado prolongadado as Comunidades estavam bastante animadas e com um bom número de irmãos e irmãs participando.

A paróquia São Lucas, hospedeira do Retiro acolheu muito bem a todos(as)! A Equipe da cozinha preparou alimentação muito gostosa! Enfim, fomos muito bem acolhidos na cidade de Cascavel pelas duas Comunidades.

Finalizamos o Retiro com a Palavra do Bispo Diocesano, falando sobre planejamento para 2008, visitas pastorais, Concílio e Comunicação.



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 Nestes últimos dias, 23, 24 e 25 de fevereiro,
recebemos os ilustres visitantes da Diocese da
Califórnia, Rev. Donald Fox, clérigo aposentado
refentemente, professor de Religiões Comparadas, ainda
atuante na tarefa do “San Francisco Nigth Ministry” e
do Frei Richard Jonhatan, Guardião dos Noviços
Franciscanos da Califórnia, residente em Berkeley.
Vieram acompanhados do Sr. Jailton de Melo, da DASP,
que está em formação para ingressar na Ordem
Franciscana, aqui no Brasil.
Mesmo com restrição de tempo, eles desenvolveram uma
programação simples:
1. Particapram da celebração na São Pedro, partilhando
sobre seu trabalho e experiência de vida, fé e serviço
e confraternizaram com os clérigos e povo daquela
missão;

2. reuniram-se com o bispo, no escritório diocesano,
tomando conhecimento da DAC, seus planos, projetos e o
trabalho que realiza nas diferentes áreas.  Do pouco
que viram e ouviram gostaram muito. O irmão
franciscano Richard Jonhatan, esteve presente no
Concilio da Diocese da Califórnia, em outubro 2007,
quando aquela assembléia aprovou o inicio do processo
de companheirismo entre nossas dioceses. Eles são os
precursores da visita do Bispo Marc Andrus que nos
visitará em junho próximo.

3. O Bispo, alguns clérigos e familiares de Curitiba,
recepcionaram e confraternizaram com os visitantes,
com uma janta na residência episcopal na noite do dia
24.  A diferença de língua não afetou em nada nosso
convivio e alegria da partilha de experiência de vida
e sonhos que temos para nossa relação de
companheirismo e para nossa igreja nestas terras das
Américas.