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Esta é uma semana na qual a imagem da mãe é muita louvada, reverenciada e poetizada. Quantas poesias e imagens tentam retratar e expressar o valor dessa imagem feminina de mãe como um ser quase divino. É verdade que há algo de divino na maternidade. O poder de gerar vida, amor uterino, amor que vem das entranhas, do útero é de onde se origina a palavra MISERICORDIA, que significa o amor que vem das entranhas, do útero, o amor de Deus.

Mas, essa imagem “divinizada” da mãe pode também ocultar toda a mulher que existe na mãe. Somos mães, mas, sobretudo mulheres, com todas as nossas potencialidades de amor, cuidado e doação, mas também com nossos desejos, limites, fragilidades e incapacidades como todo ser humano real. Não são poucas as mulheres que se anularam completamente num ato quase “crístico” de sacrificar-se por seus maridos e filhos, esquecendo de si mesmas. Não podemos esquecer as palavras de Jesus quando nos ensina que: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”(Mc 12:33). Isso significa que não podemos amar ao outro perfeita e saudavelmente se não amarmos a nós mesmas. Esse amor poder ser adoecedor para quem dá e para quem recebe.

Leia esta bela mensagem sobre as Mães na íntegra em: http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=9&noticiaId=1959



Os capítulos 15 até 17 de João trazem vários ensinamentos muito bonitos, fruto da catequese nas comunidades do Discípulo Amado. O evangelista os juntou e colocou aqui no ambiente amigo do último encontro de confraternização de Jesus com os discípulos. Acompanhe.  

João 15,9-11: Permanecer no amor, fonte da perfeita alegria

Jesus permanece no amor do Pai observando os mandamentos que dele recebeu. Nós permanecemos no amor de Jesus observando os mandamentos que ele nos deixou. E devemos observá-los com a mesma medida com que ele observou os mandamentos do Pai: ”Se vocês obedecem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu obedeci aos mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor”. É nesta união de amor do Pai e de Jesus que está a fonte da verdadeira alegria: ”Eu disse isso a vocês para que minha alegria esteja em vocês, e a alegria de vocês seja completa”.

Leia esta mensagem na íntegra em: http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=1¬iciaId=3019



 

Nos últimos anos, conversando com diversos clérigos de nossa Igreja espalhados pelo Brasil, identifiquei uma preocupação, sobretudo por parte da geração mais jovem: muitos afirmaram não conhecer boa parte de nossos hinos e houve até mesmo um que disse que nunca, sequer, viu o hinário episcopal ou o manuseou. Naturalmente, minha curiosidade sempre me leva a perguntar que hinos são cantados nessas paróquias e a resposta sempre aponta para os cânticos das paradas de sucesso gospel, pelos cânticos católicos das Comunidades Eclesiais de Base ou mesmo dos padres-cantores.

Há muito tempo o tema da identidade anglicana tem sido abordado em reuniões em âmbito provincial ou em âmbito diocesano, mas muitas vezes esquecemos-nos desse aspecto de nossa identidade.  A tradição episcopal-anglicana tem hinos belíssimos (alguns compartilhados com igrejas protestantes históricas ou com a Igreja Católica), que hoje caíram no esquecimento, e o resultado é o enfraquecimento de nossa identidade histórica. Hoje parece mais fácil contentar-se em dizer “eu não conheço os hinos anglicanos” ou “nunca me ensinaram” e tais frases acabam se tornando uma desculpa para não tentar aprendê-los e também para justificar a utilização de outros cânticos. Além disso, há também uma questão canônica, freqüentemente esquecida – o Hinário Episcopal é o “hinário oficial” da Igreja e, conforme os cânones, “é obrigatório nos ofícios públicos regulares de todas as paróquias e missões o uso da liturgia oficial da Igreja”.

Leia este artigo na íntegra em: http://dac.ieab.org.br/textosreflexao-e-estudo/



Irmãos e irmãs,

Paz e Bem!

Encaminho abaixo os liks onde poderão encontrar os Hinos do Hinário Episcopal. É um trabalho do Rev. Calvani que vem sanar uma grande lacuna das nossas celebrações litúrgicas.

Creio que é uma valiosa contribuição para nossa adoração na igreja visto que nossa orientação à  diocese, é de que as comunidades utilizem, pelos menos, dois hinos oficiais da igreja nas liturgias semanais. Além do mais, às comunidades que não tem grupo de canto poderão suprir essa necessidade gravando os hinos escolhidos para suas celebrações.

Peço a todos e todas que oremos por nosso 8º Concilio Diocesano a realizar-se em Londrina, Paróquia de São Lucas, dias 18 a 20 de maio.

Shalom,

+Naudal

abaixo as informações dos links enviadas por Rev. Calvani

Informamos que duas novas páginas foram acrescentadas, com os hinos para a quadra da Quaresma e Semana Santa e também com os hinos das quadras da Páscoa e Pentecostes
 
Divulgue aos que não conhecem o nosso hinário, principalmente aos membros da Igreja, ministros-leigos e lideranças;
 
Hinos:
 
Advento, Natal e Epifania - http://paroquiadainclusao.com/site/?page_id=1653
 
Quaresma e Semana Santa - http://paroquiadainclusao.com/site/?page_id=1655
 
Páscoa, Pentecostes, Jesus e Espírito Santo - http://paroquiadainclusao.com/site/?page_id=8321



 Celebração no Olga Benário

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Visita Pastoral e Batismo em Palotina

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Reunião do Bispo e Rev. Flávo com a Junta Paroquial de Palotina

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Batizado do Luiz  Henrique em Rondon

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Reunião do Bispo e do Rev. Flávio com o Conselho de Missão de Rondon

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Foram momentos de espiritualidade e troca de experiências.
Estamos vivendo em nossas comunidades momentos novos. As exigências hoje em relação às mulheres são outras e dentro deste novo contexto procuramos criar algo que viesse de encontro a esta mulher que busca um espaço, de cuidado com as mulheres e um espaço de olhar e refletir  sobre os problemas e desafios enfrentados nos dias atuais.
Dentro deste contexto tomamos algumas medidas que acreditamos favorecer esta busca da mulher.
Primeiramente estamos ativando o nosso site http://umeab.org , que está disponível para a busca  de notícias.  Nele todas as comunidades podem divulgar suas atividades.(Para a divulgação é só enviar e-mail e as informações/noticias serão editadas  no site.)
Outra medida que achamos de grande importância é podermos nos encontrar como UMEAB’s e assim trocarmos nossas experiências e termos momentos de edificação.
Para isto, marcamos uma Assembléia/Encontro Nacional, que ocorrerá nos dias 11 a 14 de outubro de 2012, em São Paulo.

 Carmen Regina Duarte Gomes

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Apesar de a Constituição Federal assegurar o direito dos povos indígenas à consulta prévia antes da construção de um empreendimento que possa gerar impacto às comunidades, esse direito é desrespeitado no Brasil. Para garantir a participação dos indígenas nas decisões políticas, a Organização Internacional do Trabalho - OIT adotou a Convenção 169, a qual “trouxe uma série de inovações no trato de questões relativas aos povos indígenas e tribais no âmbito dos estados nacionais. Entre elas, o direito dos povos indígenas serem consultados em todas as decisões legislativas ou administrativas que os afetem, de maneira prévia, livre e informada, cabendo aos estados nacionais garantir as condições adequadas para que isso ocorra”, explica Ricardo Verdum à IHU On-Line em entrevista concedida por e-mail.

No Brasil, o desrespeito aos povos indígenas é recorrente. Eles não foram ouvidos em relação à transposição do rio São Francisco, à construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, à construção da usina hidrelétrica de São Manoel, na divisa dos estados do Pará e do Mato Grosso. De acordo com Verdum, embora o Congresso Nacional tenha ratificado a Convenção 169 e, desde 2003, ela vigore como lei, “ainda predomina entre os indígenas um desconhecimento em relação ao ‘direito de consulta prévia, livre e informada’, e do que ele significa ou pode significar na prática”. Por outro lado, enfatiza, “os governos que se sucederam desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, e da entrada em vigor no país do disposto na Convenção 169, também não foram grandes entusiastas desse mecanismo“.

 

Leia o artigo na íntegra em: http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=11¬iciaId=2511



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Lamento profundamente que a discussão do Código Florestal foi colocada preferentemente num contexto econômico, de produção de commodities e de mero crescimento econômico. Isso mostra a cegueira que tomou conta da maioria dos parlamentares e também de setores importantes do Governo. Não tomam em devida conta as mudanças ocorridas no sistema-Terra e no sistema-Vida que levaram ao aquecimento global.

Este é apenas um nome que encobre práticas de devastação de florestas no mundo inteiro e no Brasil, envenenamento dos solos, poluição crescente da atmosfera, diminuição drástica da biodiversidade, aumento acelerado da desertificação e, o que é mais dramático, a escassez progressiva de água potável que  atualmente já tem produzido 60 milhões de exilados.

Aquecimento global significa ainda a ocorrência cada vez mais frequente de eventos extremos, que estamos assistindo no mundo inteiro e mesmo em nosso país, com enchentes devastadoras de um lado, estiagens prolongadas de outro e vendavais nunca havidos no Sul do Brasil que produzem grandes prejuízos em casas e plantações destruídas.

A Terra pode viver sem nós e até melhor. Nós não podemos viver sem a Terra. Ela é nossa única Casa Comum e não temos outra.

A luta é pela vida, pelo futuro da humanidade e pela preservação da Mãe Terra. Vamos sim produzir, mas respeitando o alcance e o limite de cada ecossistema, os ciclos da natureza e cuidando dos bens e serviços que Mãe Terra gratuita e permanentemente nos dá.

E vamos sim salvar a vida, proteger a Terra e garantir um futuro comum, bom para todos os humanos e para a toda a comunidade de vida, para as plantas, para os animais, para osdemais seres da criação.

A vida é chamada para a vida e não para a doença e para morte. Não permitiremos que um Código Florestal mal intencionado ponha em risco nosso futuro e o futuro de nossos filhos, filhas e netos. Queremos que eles nos abençoem por aquilo que tivermos feito de bom para a vida e para a Mãe Terra e não tenham motivos para nos amaldiçoar por aquilo que deixamos de fazer e podíamos ter feito e não fizemos. O momento é de resistência, de denúncia e de exigências de transformações nesse Código que modificado honrará a vida e alegrará a grande, boa e generosa Mãe Terra.

Agora é o momento ds cidadania popular se manifestar. O poder demana do povo. A Presidenta e os parlamentares são nossos delegados e nada mais. Se não representarem o bem do povo e da nação, de nossas riquezas naturais, de nossas florestas, de nossa fauna e flora,  de nossos rios, de nossos solos e de nossa imensa biodiversidade perderam a legitimidade e o uso do poder público é usurpação. Temos o direito de buscar o caminho constitucional do referendo popular. E ai veremos o que o povo brasileiro quer para si, para a humanidade, para a natureza e para o futuro da Mãe Terra.